A mídia faz um banzé danado com qualquer problema nos processos implantados pelo Ministério da Educação para democratizar o acesso à universidade. A indústria de cursinhos pode não estar gostando disso. Primeiro foi o Enem e mais recentemente o SISU. Percentuais mínimos de pessoas foram prejudicadas por problemas de informática. A abordagem, contudo, generaliza ou caos.
Por conta desse tipo de engodo, os grandes jornais vão perdendo terreno. O fenômeno da Internet, com banda larga, vai tirar muita gente de cena, se não optar pelo compromisso com a informação real. Sem esse domínio da rede mundial de computadores, que parece inevitável, a Folha de S. Paulo, por exemplo, já encolhe. O Comunique-se (site especializado em Comunicação) informa hoje que o jornal Super Notícia, de Minas Gerais, fechou 2010 como o periódico de maior circulação do Brasil, à frente da Folha, que liderou o ranking por 24 anos. O jornal mineiro, que custa R$ 0,25, registrou média diária de circulação de 295.701 exemplares, contra 294.498 da Folha.
Mas a campanha contra a política de Educação também invade a internet. O assunto foi tema para o blog de um ativista de direita que faz muito sucesso entre opositores: o do professor Hariovaldo de Almeida Prado. Intelectual de alta erudição. É uma pena, por partir de um homem de tamanha cultura. Ele ataca o ProUni. Veja o absurdo.
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